Conector entrevista Liniers

Complementando o post da semana passada, abaixo estão as cinco perguntinhas que eu mandei pro Liniers. Procurei, na medida do possível, perguntar coisas complementares a outras entrevistas locais como a do Universo HQ, do Overmundou ou da Folha. Confereaê.

***

Conector: Depois de seis Macanudos, um pequeno livro pra crianças, um diário de viagens e um “cuaderno“, você tem planos para expandir sua linguagem? Alguma idéia para uma graphic novel ou algo mais extenso?
Liniers: Eu espero no próximo ano encontrar tempo pra desenvolver uma história no formato de graphic novel. Ela está já há algum tempo na minha cabeça, mas as tiras diárias acabam deixando pouco espaço para fazer outras coisas.

Conector: Você recebe muitas propostas de licenciamento? Existe um limite que você não gostaria de cruzar nesse sentido, para não expôr demais seus personagens?
Liniers: Eu faço muito pouco licenciamento, apenas para alguns amigos que fazem camisetas e cadernos. Não me sinto muito confortável em perder o controle sobre o meu trabalho.

Conector: Como você vivia antes do Macanudo pagar suas contas?
Liniers: Eu casei com uma advogada… felizmente, minha mulher não é mais advogada, ela é escritora agora.

Conector: De que forma o nascimento de sua filha vem influenciando seu trabalho? Pergunto isso porque você sempre pareceu ter uma abordagem infantil da realidade (no bom sentido!).
Liniers: Gosto muito dessa ponte bem construída que tenho com a minha infância. É uma parte emblemática das nossas vidas. A presença de Matilda certamente reforça minha relação com essa época incrível. Com certeza ela tem me influenciado de toda forma possível, das mais alegres formas possíveis.

***

Legal né? É.

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2 pensamentos sobre “Conector entrevista Liniers

  1. Legal mesmo.
    Muito bem observado a respeito deste olhar de criança, e quase carinhoso que Liniers lança respeito do mundo. Nos faz sentirmo-nos bem em tempos em que alardear pessimismo é tão comum, e às vezes é só isso que falta, afinal, para voltarmos a acreditar em na vida, semelhatemente, talvez, como uma criança o faria.

  2. Pingback: URBe » Arquivo » OEsquema - OESQUEMA

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