Harry Potter vai chutar a sua bunda

Há um tempão li um artigo muito legal na Esquire a respeito da importância do Harry Potter para a cultura pop contemporânea. O ponto do jornalista Chuck Klosterman era muito simples: se você não está acompanhando a série agora em algum nível, prepare-se para ser excluído: você vai perder o fio da meada da maior parte dos produtos da cultura pop dos próximos trinta anos.

Como isso? Bem, acompanhe o gráfico. Se você tem aí entre 25 e 35 anos, com certeza teve algum nível de contato com a série Guerra nas Estrelas ou Os Trapalhões. Da mesma forma, deve ter amigos que não absorveram essas referências e hoje têm dificuldades em serem engajados por determinadas músicas, programas de televisão, filmes ou seriados produzidos hoje. Tenho um amigo que passou batido pelos Trapalhões por morar nos Estados Unidos e o melhor do Hermes e Renato não faz nem coceirinha nele.

Estamos falando aqui de Unidades Básicas de Cultura Pop. Guerra nas Estrelas e Trapalhões são Unidades Básicas de Cultura Pop, átomos fundamentais que serviram de espinha dorsal para uma série de estruturas nas décadas subsequentes. A disco music e o Monthy Pyton são outros exemplos clássicos. Sem o Monty Phyton, não existiria TODA a publicidade contemporânea, especialmente a produzida entre 95 e 2005. Sem a disco music, não teríamos uma cinzenta área sexual que permite a homens chegarem perto do limiar da homossexualidade sem se comprometer demais, mas isso é outro assunto. Também tenho vontade de expandir esse tópico para os filmes do trio Zucker, Abrahams and Zucker como Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu e a obra prima Top Secret, mas isso também rende um blog inteiro…

De volta ao cerne da questã.

A princípio, parecemos estar falando a respeito de um universo bastante restrito formado pelo entretenimento masculino jovem de classe média ocidental. Mas isso é o suficiente para causar uma fissão nuclear. Piadas internas de Star Wars não ficaram presas à órbita desses imberbes. Elas ganharam o mundo, chegaram a paródias de Bollywood e letras de funk carioca. Isso acontece porque os representantes mais intensos dessa cultura, à medida que crescem, passam de fãs a pessoas extremamente bem posicionadas na indústria cultural, chegando ao posto de produtores de cultura pop mainstream. Eu vi isso acontecer com meus próprios olhos. Eu participei de uma lista de emails em 1995 com pessoas que hoje ocupam postos chave da cultura pop (em diferentes níveis, ok). As “bobagens” discutidas naquela lista hoje pautam investimentos substanciais de alguns players relevantes nessa área – inclusive em nível gringo.

Resumindo: quem vai escrever, produzir, dirigir e criticar os seriados, as músicas, os filmes e os games das próximas décadas passou as últimas se embebendo da cultura da magia, especialmente em Harry Potter mas também através da trilogia Senhor dos Anéis, pra não falar de todo o caldo esotérico-tecnológico de Matrix. Se você, como eu e o Chuck Kloterman, não tem uma afinidade muito grande com o mundo das varinhas mágicas, dos elfos, das vassouras que voam, você está FORA. Para quem trabalha com comunicação, isso pode ser impeditivo.

Existem três saídas clássicas pra esse problema que me ocorrem no momento. A primeira é ler os livros da série Harry Potter, um investimento de tempo e paciência talvez muito grande pra quem, como eu, não tem pendor pelo universo de magia. O segundo é ver os filmes, embora você corra o risco de pegar uma fatia mais superficial daquele universo. E o terceiro é o que acabou me beneficiando: conviver com crianças. Minha enteada de 8 anos não é propriamente maluca por Harry Potter, mas tem os filmes e os vê com uma certa regularidade. Ela é minha esperança. Meu salvo-conduto. Meu visto americano. Minha memória expandida em termos de Unidade Básica de Cultura Pop.

(continua semana que vem)

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61 pensamentos sobre “Harry Potter vai chutar a sua bunda

  1. Mini, o texto todo é uma grande sacada (por mais óbvia que pareça).
    E me senti privilegiado por já ter lido 6 livros da série, hehehe.
    Mas sempre me incomoda saber que não conseguiremos estar “por dentro” de todas as referências. Alguma coisa sempre fica pra trás. Por falta de tempo, de conhecimento ou de interesse. Tem tb o fator “os anos passam e o fôlego diminui”. Leio Harry Potter, tenho todos em casa (há um bom tempo), mas só consigo ler um por ano.
    E aí? alguém vai pra Gramado na próxima semana? Poderíamos combinar um Conector/Café…

  2. Mini, o texto todo é uma grande sacada (por mais óbvia que pareça).
    E me senti privilegiado por já ter lido 6 livros da série, hehehe.
    Mas sempre me incomoda saber que não conseguiremos estar “por dentro” de todas as referências. Alguma coisa sempre fica pra trás. Por falta de tempo, de conhecimento ou de interesse. Tem tb o fator “os anos passam e o fôlego diminui”. Leio Harry Potter, tenho todos em casa (há um bom tempo), mas só consigo ler um por ano.
    E aí? alguém vai pra Gramado na próxima semana? Poderíamos combinar um Conector/Café…

  3. Concordo com tudo cara. Mas ainda é besteirol inglês, dos malas! Harry pothead é a constatação de que os clássicos da cultura pop só se tornaram clássicos porque agregavam bem mais sentimento que as séries do bruxo. Não sei dizer se é reflexo da cultura mundial atual ou se todo mundo encheu o saco.

    Não vale a pena! E o final é muito mequetrefe!

    Além de hollywood estar pasteurizando a parada toda, a fonte já não é lá grande coisa. Temendo citar o óbvio mas: Harry = Luke = Frodo / Dumbledore = Obi-wan = Gandalf trazem a triste certeza de que a próxima shockwave pop cultural vai ser amplamente baseada em oportunismo, criando clones de produtos sem sal que nem a franquia Potter.

    Entretanto eu tenho que dar o braço a torcer e recomendar que você comece assistindo Prisioneiro de Azkabam. Um exemplo de uma história inócua transformada num belo exemplo de “pull out a Grant Morrison” num personagem boboca. Cuarón. O cara.

    O resto é downhill.

    Hasta!

  4. isso sem falar no universo mangá- anime. tenho uma afilhada de 14 que me mantém por dentro de tudo isso, inclusive do harry potter. mas algumas vezes acontece um inevitável e clássico choque de gerações, hehehe.
    de maneira geral sempre tive curiosidade naquilo que a gurizadinha de 12, 14 anos tá ligada. na maioria das vezes acho tudo meio sem “sustança”. e aí lembro que o meu tio, 14 anos mais velho do que eu, pensava isso de guerra na estrelas.
    e a vida co…

    abs!

  5. Apesar de nunca ter lido os livros (apenas assisti alguns filmes), sempre defendi a importância cultural de Harry Potter. o seu texto matou a pau! muito bom!

  6. Apesar de nunca ter lido os livros (apenas assisti alguns filmes), sempre defendi a importância cultural de Harry Potter. o seu texto matou a pau! muito bom!

  7. muito bom. é bem isso mesmo, quem hoje lê amanhã vai escrever para outros lerem, e formarem suas opiniões.

    depois de tudo isso só posso recomendar que passem no Submarino e aproveitem a promoção dos livros da série. semana passada comprei o último da série por r$9,90. ehehe

  8. muito bom. é bem isso mesmo, quem hoje lê amanhã vai escrever para outros lerem, e formarem suas opiniões.

    depois de tudo isso só posso recomendar que passem no Submarino e aproveitem a promoção dos livros da série. semana passada comprei o último da série por r$9,90. ehehe

  9. Eu não apostaria TANTO ASSIM nessa exclusão que tu fala. Quer dizer, eu nunca fui grande fã de Guerra nas Estrelas e mesmo assim:

    1) não acho que haja uma enxurrada assim tão grande de referências e produtos;

    2) não acho que desconhecer grande parte desse universo me exclui.

    É a mesma coisa com o videogame e os superheróis: não é totalmente necessário ter um conhecimento PROFUNDO da essência para USUFRUIR dos seus desdobres. Sem falar que, no último dos casos, sempre teremos a Wikipedia pra nos salvar da ignorância completa.

    😀

  10. Eu não apostaria TANTO ASSIM nessa exclusão que tu fala. Quer dizer, eu nunca fui grande fã de Guerra nas Estrelas e mesmo assim:

    1) não acho que haja uma enxurrada assim tão grande de referências e produtos;

    2) não acho que desconhecer grande parte desse universo me exclui.

    É a mesma coisa com o videogame e os superheróis: não é totalmente necessário ter um conhecimento PROFUNDO da essência para USUFRUIR dos seus desdobres. Sem falar que, no último dos casos, sempre teremos a Wikipedia pra nos salvar da ignorância completa.

    😀

  11. A-do-rei o artigo! Eu não sou uma grande entendedora de teorias sobre cultura pop, então pra mim foi bem revelador. Faz todo sentido. Apesar de não ser fanática, também li todos os livros do HP. Matrix já modificou o mundo um pouco.

    Quanto ao mau-humor de quem reclama de Harry Potter, é desperdício de energia. Ninguém precisa acompanhar TODOS os fenômenos pop, e esse odiozinho me parece vir justamente da sensação de exclusão. É sempre chato quando todo mundo fala de um assunto e a pessoa fica de fora, mas cada um na sua, né?

  12. A-do-rei o artigo! Eu não sou uma grande entendedora de teorias sobre cultura pop, então pra mim foi bem revelador. Faz todo sentido. Apesar de não ser fanática, também li todos os livros do HP. Matrix já modificou o mundo um pouco.

    Quanto ao mau-humor de quem reclama de Harry Potter, é desperdício de energia. Ninguém precisa acompanhar TODOS os fenômenos pop, e esse odiozinho me parece vir justamente da sensação de exclusão. É sempre chato quando todo mundo fala de um assunto e a pessoa fica de fora, mas cada um na sua, né?

  13. O final da série Harry Potter é simplesmente ridículo e decepcionou muitos fãs adultos, como eu. Mas a série realmente virou uma referência.

    Quando penso que os olhos da mídia saíram de HP e caíram em crepúsculo, tenho medo. A coisa parece piorar.

    Ver os filmes é um jeito prático de se manter atualizado quanto a isso. Pelas referências que já me deram, eu me recuso a ler uma série como Crepúsculo.

    Assim como os livros do Dan Brown: ainda bem que existem os filmes.

  14. O final da série Harry Potter é simplesmente ridículo e decepcionou muitos fãs adultos, como eu. Mas a série realmente virou uma referência.

    Quando penso que os olhos da mídia saíram de HP e caíram em crepúsculo, tenho medo. A coisa parece piorar.

    Ver os filmes é um jeito prático de se manter atualizado quanto a isso. Pelas referências que já me deram, eu me recuso a ler uma série como Crepúsculo.

    Assim como os livros do Dan Brown: ainda bem que existem os filmes.

  15. Sou contra a esse hype em volta de Harry Potter.
    Comparar essa historinha cheia de clichês que visa apenas o lucro é coisa de quem realmente não conheceu estórias que tinha o intuito de passar conhecimento e valores humanos.
    Todas estas estórias que alimentaram hoje quem gasta tinha conteúdo e valor, e mesmo naquela época o que foi feito com intuito puramente comercial caiu, ninguém lembra… acho que vai acontecer o mesmo com Harry Potter.

  16. Sou contra a esse hype em volta de Harry Potter.
    Comparar essa historinha cheia de clichês que visa apenas o lucro é coisa de quem realmente não conheceu estórias que tinha o intuito de passar conhecimento e valores humanos.
    Todas estas estórias que alimentaram hoje quem gasta tinha conteúdo e valor, e mesmo naquela época o que foi feito com intuito puramente comercial caiu, ninguém lembra… acho que vai acontecer o mesmo com Harry Potter.

  17. Não concordo, cara. Hoje em dia cultura pop é muito sazonal, tudo vai e vem muito rápido, tudo depende do hype do momento. Dois anos atrás a moda eram os memes com 300, todos repetiam “this is sparta” e tudo mais. Hoje em dia já tá totalmente eliminado da cultura, do mesmo jeito que ninguém mais lembra quem é o Gollum nem rolam mais piadas com “my precious”. Dificilmente as coisas atuais vingam. Inclusive, repare que tudo que você citou que já “marcou” a cultura pop tem mais de 30 anos.

    Mesmo quando vingam, depende muito do meio pelo qual você transita. A maioria dos meus amigos é “nerd”, e só um deles gosta de Harry Potter. Todos podem saber o nome dos três principais e do vilão, mas Matrix tá muito mais “instalado” na cultura pop por causa de um filme só (vamos concordar que os outros dois não ditaram nada) com a tela preta e verde e a bala em camera lenta do que o Harry Potter com um universo inteiro de trocentos livros e filmes.

    Se fosse pra ser, seria. Simples.

  18. Não concordo, cara. Hoje em dia cultura pop é muito sazonal, tudo vai e vem muito rápido, tudo depende do hype do momento. Dois anos atrás a moda eram os memes com 300, todos repetiam “this is sparta” e tudo mais. Hoje em dia já tá totalmente eliminado da cultura, do mesmo jeito que ninguém mais lembra quem é o Gollum nem rolam mais piadas com “my precious”. Dificilmente as coisas atuais vingam. Inclusive, repare que tudo que você citou que já “marcou” a cultura pop tem mais de 30 anos.

    Mesmo quando vingam, depende muito do meio pelo qual você transita. A maioria dos meus amigos é “nerd”, e só um deles gosta de Harry Potter. Todos podem saber o nome dos três principais e do vilão, mas Matrix tá muito mais “instalado” na cultura pop por causa de um filme só (vamos concordar que os outros dois não ditaram nada) com a tela preta e verde e a bala em camera lenta do que o Harry Potter com um universo inteiro de trocentos livros e filmes.

    Se fosse pra ser, seria. Simples.

  19. Elmahcez: também acho que o Azkaban se beneficia do Cuaron. Mas também acho que não podemos desprezar superficialidades. Elas se tornam parte da linguagem pop de forma poderosa.

    Chico Barney: sim, o Piratas do Caribe entra nesse balaio com certeza.

    Cardoso: acho que é uma exclusão sutil e não explícita. Não é nada grave, mas eu conheço bem os efeitos q a falta de Trapalhões faz em algumas pessoas. Não te torna um analfabeto funcional, mas te tira levemente de alguns papos e piadas. É a mesma coisa, em outro nível, com futebol. Tu não conta porque aborda a cultura pop de outra forma.

    Rodrigo: não estou falando de lucro. Estou falando de fatos. Harry Potter é parte da cultura pop contemporânea ponto. Isso vai ter um impacto na cultura pop dos próximos 30 anos de alguma forma. Como? Não tenho bola de cristal.

    Fábio Bruxel: não sei o que isso fez com a credibilidade do meu texto, mas pelo seu tom suspeito que eu tenha falado alguma coisa muito feia.

    César: toda cultura pop é sazonal, mas deixa marcas. O fato de hoje as referências circularem mais rápido não impede que tenha seus efeitos. Os memes passam, mas os “macro assuntos” ficam. Exemplo: há quanto tempo estamos vendo filmes relacionados a magia? Isso não acontecia no mainstream há um bom tempo. É uma marca da última década. Tu não pode dizer “dificilmente as coisas atuais vingam”. Só poderemos ver isso daqui uns 20 anos. Olha o que o Tarantino fez: trouxe a tona um monte de coisa que “não tinha vingado”. Também acho que a intensidade da influência depende do meio em que se transita, mas todo mundo recebe uma parcela de influência. Os nerds convivem com os efeitos com mais intensidade, mas o grande público acaba recebendo sua fatia em alguma piada da Turma do Didi ou Casseta e Planeta.

  20. Elmahcez: também acho que o Azkaban se beneficia do Cuaron. Mas também acho que não podemos desprezar superficialidades. Elas se tornam parte da linguagem pop de forma poderosa.

    Chico Barney: sim, o Piratas do Caribe entra nesse balaio com certeza.

    Cardoso: acho que é uma exclusão sutil e não explícita. Não é nada grave, mas eu conheço bem os efeitos q a falta de Trapalhões faz em algumas pessoas. Não te torna um analfabeto funcional, mas te tira levemente de alguns papos e piadas. É a mesma coisa, em outro nível, com futebol. Tu não conta porque aborda a cultura pop de outra forma.

    Rodrigo: não estou falando de lucro. Estou falando de fatos. Harry Potter é parte da cultura pop contemporânea ponto. Isso vai ter um impacto na cultura pop dos próximos 30 anos de alguma forma. Como? Não tenho bola de cristal.

    Fábio Bruxel: não sei o que isso fez com a credibilidade do meu texto, mas pelo seu tom suspeito que eu tenha falado alguma coisa muito feia.

    César: toda cultura pop é sazonal, mas deixa marcas. O fato de hoje as referências circularem mais rápido não impede que tenha seus efeitos. Os memes passam, mas os “macro assuntos” ficam. Exemplo: há quanto tempo estamos vendo filmes relacionados a magia? Isso não acontecia no mainstream há um bom tempo. É uma marca da última década. Tu não pode dizer “dificilmente as coisas atuais vingam”. Só poderemos ver isso daqui uns 20 anos. Olha o que o Tarantino fez: trouxe a tona um monte de coisa que “não tinha vingado”. Também acho que a intensidade da influência depende do meio em que se transita, mas todo mundo recebe uma parcela de influência. Os nerds convivem com os efeitos com mais intensidade, mas o grande público acaba recebendo sua fatia em alguma piada da Turma do Didi ou Casseta e Planeta.

  21. Mas de novo, não dá pra tomar como exemplo esses filmes de magia, não é por isso que está na cultura pop. É um reflexo do momento que vai pra história da cultura, mas é mais um nicho de mercado do que uma cultura.

  22. Mas de novo, não dá pra tomar como exemplo esses filmes de magia, não é por isso que está na cultura pop. É um reflexo do momento que vai pra história da cultura, mas é mais um nicho de mercado do que uma cultura.

  23. Porra, Fábio Bruxel, tu tá com algum problema de memória, cara? O começo dos filmes de Harry Potter e o lançamento dos filmes de Senhor dos Anéis giraram nos mesmo anos. Quem será que está com um problema de linha temporal aqui? Pra não dizer que apesar de terem sido lançados antes, o grande hype de SdA e sua expansão para a cultura pop foi BEM depois, lá pelo fim da década de 60/inicio de 70.

    E, elmanchez, embora a direção do cuaron seja muito boa o fato é que a adaptação do livro para roteiro foi muito mal feita. Constante problema com os filmes de HP, por sinal.

    Por fim, Cardoso: se você não conhece as referências, pode não vê-las — fora em momentos muito óbvios. Mas eu vejo sim, em tudo quanto é lugar da cultura pop, dos filmes da Disney a textos academicos. 😉

  24. Porra, Fábio Bruxel, tu tá com algum problema de memória, cara? O começo dos filmes de Harry Potter e o lançamento dos filmes de Senhor dos Anéis giraram nos mesmo anos. Quem será que está com um problema de linha temporal aqui? Pra não dizer que apesar de terem sido lançados antes, o grande hype de SdA e sua expansão para a cultura pop foi BEM depois, lá pelo fim da década de 60/inicio de 70.

    E, elmanchez, embora a direção do cuaron seja muito boa o fato é que a adaptação do livro para roteiro foi muito mal feita. Constante problema com os filmes de HP, por sinal.

    Por fim, Cardoso: se você não conhece as referências, pode não vê-las — fora em momentos muito óbvios. Mas eu vejo sim, em tudo quanto é lugar da cultura pop, dos filmes da Disney a textos academicos. 😉

  25. Então, nada a ver isso tudo! Você, provavelmente, viu os Star Wars ou Os Trapalhões e etc e por isso tá por dentro de algumas das coisas de hoje em dia.
    Me tirando como exemplo, não vi SW e nem por isso sou alienada, até outro dia não tinha visto Godfather, porque não queria, no fim gostei e não me senti mais ou menos incluída em algo por isso. Eu vi Trapalhões desde que nasci e não por isso, ODIAVA H&R com toda força do meu ser, até o dia que me deu o click e vi um quadro super legal e comecei a amar!

    Entra nesse balaio todo o que você quer que entre no balaio, vi o 1º Harry Potter e o 1º Senhor dos Anéis, não vi mais nada, não li livro, não tenho paciência pra lenga-lenga. As piadas do Gollum foram engraçadas, eu ri, porque existe Wikipedia e IMDB pra você pesquisar e saber do que se trata. Não vou ver o Piratas no Caribe, enquanto não achar graça e não to morrendo por causa disso. Não dá pra generalizar, cara, achando que o mundo só vai rodar em torno de certas coisas. Muita gente não viu e não é alienada por nada…

    O mundo ainda vai girar e se Deus quiser, sem HP nenhum pra encher o saco.

  26. Então, nada a ver isso tudo! Você, provavelmente, viu os Star Wars ou Os Trapalhões e etc e por isso tá por dentro de algumas das coisas de hoje em dia.
    Me tirando como exemplo, não vi SW e nem por isso sou alienada, até outro dia não tinha visto Godfather, porque não queria, no fim gostei e não me senti mais ou menos incluída em algo por isso. Eu vi Trapalhões desde que nasci e não por isso, ODIAVA H&R com toda força do meu ser, até o dia que me deu o click e vi um quadro super legal e comecei a amar!

    Entra nesse balaio todo o que você quer que entre no balaio, vi o 1º Harry Potter e o 1º Senhor dos Anéis, não vi mais nada, não li livro, não tenho paciência pra lenga-lenga. As piadas do Gollum foram engraçadas, eu ri, porque existe Wikipedia e IMDB pra você pesquisar e saber do que se trata. Não vou ver o Piratas no Caribe, enquanto não achar graça e não to morrendo por causa disso. Não dá pra generalizar, cara, achando que o mundo só vai rodar em torno de certas coisas. Muita gente não viu e não é alienada por nada…

    O mundo ainda vai girar e se Deus quiser, sem HP nenhum pra encher o saco.

  27. Concordo plenamente. E também espero que Crepúsculo não se torne uma referência – é a marca do lixo pop contemporâneo. O garoto de 14 anos que escreveu Eragon – miscelânia fantástica a là Tolkien – controla muito melhor uma narrativa.
    As marcas dessa cultura vieram sim pra ficar – imagine as milhares de vezes em que se fez referência À frase “Luke, eu sou seu pai” se as pessoas não tivessem idéia do que se trata?
    Acho que a sua mancada foi colocar HP e Senhor dos Anéis na mema época. JRR Tolkien nasceu em 1832, os livros foram escritos entre 1937-1949, bastante influenciados pela guerra. Rowling teve alucinações no metrô e escreveu HP há menos de 20 anos.

  28. Concordo plenamente. E também espero que Crepúsculo não se torne uma referência – é a marca do lixo pop contemporâneo. O garoto de 14 anos que escreveu Eragon – miscelânia fantástica a là Tolkien – controla muito melhor uma narrativa.
    As marcas dessa cultura vieram sim pra ficar – imagine as milhares de vezes em que se fez referência À frase “Luke, eu sou seu pai” se as pessoas não tivessem idéia do que se trata?
    Acho que a sua mancada foi colocar HP e Senhor dos Anéis na mema época. JRR Tolkien nasceu em 1832, os livros foram escritos entre 1937-1949, bastante influenciados pela guerra. Rowling teve alucinações no metrô e escreveu HP há menos de 20 anos.

  29. Clarah: não ninguém vai morrer por causa disso.

    Samara: a primeira onda de hype do Tolkien (entre 65 e 75, acredito) atingiu um público bem mais restrito (porém influente, como o Led Zeppelin) do que quando os filmes foram lançados no cinema. Não subestime o poder que tem milhares de garotos e garotas vendo esses filmes aos 12 anos de idade. Isso marca.

    Pessoal, vocês estão desdizendo toda a cultura da Sessão da Tarde!

  30. Clarah: não ninguém vai morrer por causa disso.

    Samara: a primeira onda de hype do Tolkien (entre 65 e 75, acredito) atingiu um público bem mais restrito (porém influente, como o Led Zeppelin) do que quando os filmes foram lançados no cinema. Não subestime o poder que tem milhares de garotos e garotas vendo esses filmes aos 12 anos de idade. Isso marca.

    Pessoal, vocês estão desdizendo toda a cultura da Sessão da Tarde!

  31. Mini, acho que o texo mexeu com os brios de algumas pessoas. E não vejo motivos para isso. Com já disse lá em cima: é dificil estar por dentro de tudo.
    Mas de tudo que foi dito nos comentários, o que mais me assusta é que alguns descartam as coisas como pouco influentes. Impossível saber. Estamos falando de daqui a 30, 40 ou 50 anos. Quem fará essa história serão adolescentes e crianças de hoje, algumas que estão aprendendo a ler hoje. E para infelicidade de alguns, a maioria de nós que comentamos aqui (se ainda estiver vivo), será irrelevante.
    ah, e por último, gostos pessoais não importam. Se você gosta ou acha um lixo, não tem a menor importância. Não estamos falando de nós. Estamos falando do futuro. Tb não pretendo ler Crepúsculo, mas que diferença isso faz para o mundo?

  32. Mini, acho que o texo mexeu com os brios de algumas pessoas. E não vejo motivos para isso. Com já disse lá em cima: é dificil estar por dentro de tudo.
    Mas de tudo que foi dito nos comentários, o que mais me assusta é que alguns descartam as coisas como pouco influentes. Impossível saber. Estamos falando de daqui a 30, 40 ou 50 anos. Quem fará essa história serão adolescentes e crianças de hoje, algumas que estão aprendendo a ler hoje. E para infelicidade de alguns, a maioria de nós que comentamos aqui (se ainda estiver vivo), será irrelevante.
    ah, e por último, gostos pessoais não importam. Se você gosta ou acha um lixo, não tem a menor importância. Não estamos falando de nós. Estamos falando do futuro. Tb não pretendo ler Crepúsculo, mas que diferença isso faz para o mundo?

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  39. Será que se Crepúsculo realmente se tornar uma marca teremos a volta do ultra-romantismo? Juntando com o emo, até que parece possível. Porque sinceramente, não lia uma história tão, tão, tããããão romântica fazia séculos. No cinismo total em que as pessoas vivem até achei estranho fazer tanto sucesso. E sim, tem umas partes do livro que dão vergonha alheia, mas confesso que não achei de todo ruim.

  40. Será que se Crepúsculo realmente se tornar uma marca teremos a volta do ultra-romantismo? Juntando com o emo, até que parece possível. Porque sinceramente, não lia uma história tão, tão, tããããão romântica fazia séculos. No cinismo total em que as pessoas vivem até achei estranho fazer tanto sucesso. E sim, tem umas partes do livro que dão vergonha alheia, mas confesso que não achei de todo ruim.

  41. Toda esta discussão me lembra um jogo de futebol. Os jogadores tem uma visão 3D da coisa, bem diferente da torcida no estádio, e mais ainda de quem acompanha tudo pela TV, onde os caras parecem meros “bonequinhos” 2D do Winning Eleven.

    Então tem os comentaristas, que geralmente nunca jogaram bola na vida, mas fazem um amplo debate do jogo, com palpites infalíveis e intermináveis sobre o que deveria ter sido feito em múltiplas e hipotéticas dimensões que simplesmente são desconhecidas dos caras que estão efetivamente suando no campo.

    Sem qualquer um destes elementos no entanto, não haveria a tal “magia” do futebol, muito menos os lucros, quebraria o movimento do “círculo” e do “circo” também.

    Quanto mais o tempo passa, mais tende a ficar claro que mesmo os elementos antagônicos se complementam, em uma grande espiral onde as divisões e conflitos perdem muito do seu sentido.

    Isto eu aprendi com Star Wars e Taoísmo(pelo qual eu nunca teria me interessado sem SW).

    Quando levei minha filha para ver Harry Potter, olhando o rostinho dela na batalha Voldemort x Dumbledore, vi reproduzido o meu espanto no passado, quando fui levado pelo meu pai pra ver Luke Skywalker x Darth Vader em Império Contra-Ataca.

    Seu texto reflete esta realidade, e muitas outras crianças que vão nos tornar irrelevantes, também foram marcadas por aquela experiência, naquela dia, no cinema, para o resto de suas vidas.

  42. Toda esta discussão me lembra um jogo de futebol. Os jogadores tem uma visão 3D da coisa, bem diferente da torcida no estádio, e mais ainda de quem acompanha tudo pela TV, onde os caras parecem meros “bonequinhos” 2D do Winning Eleven.

    Então tem os comentaristas, que geralmente nunca jogaram bola na vida, mas fazem um amplo debate do jogo, com palpites infalíveis e intermináveis sobre o que deveria ter sido feito em múltiplas e hipotéticas dimensões que simplesmente são desconhecidas dos caras que estão efetivamente suando no campo.

    Sem qualquer um destes elementos no entanto, não haveria a tal “magia” do futebol, muito menos os lucros, quebraria o movimento do “círculo” e do “circo” também.

    Quanto mais o tempo passa, mais tende a ficar claro que mesmo os elementos antagônicos se complementam, em uma grande espiral onde as divisões e conflitos perdem muito do seu sentido.

    Isto eu aprendi com Star Wars e Taoísmo(pelo qual eu nunca teria me interessado sem SW).

    Quando levei minha filha para ver Harry Potter, olhando o rostinho dela na batalha Voldemort x Dumbledore, vi reproduzido o meu espanto no passado, quando fui levado pelo meu pai pra ver Luke Skywalker x Darth Vader em Império Contra-Ataca.

    Seu texto reflete esta realidade, e muitas outras crianças que vão nos tornar irrelevantes, também foram marcadas por aquela experiência, naquela dia, no cinema, para o resto de suas vidas.

  43. Em tempo… este fim de semana, assistimos “O Império Contra Ataca” e tive que “engolir” que Voldemort é mais assustador como vilão do que Darth Vader.
    Era isso.
    Fui!

  44. Em tempo… este fim de semana, assistimos “O Império Contra Ataca” e tive que “engolir” que Voldemort é mais assustador como vilão do que Darth Vader.
    Era isso.
    Fui!

  45. Pingback: Fotos de Hogwarts? | Cultbox

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  47. Aos que se revoltam com o fato de serem acusados de alienados por nao terem acompanhado series classica como Star Wars e Os Trapalhoes creio que não se sintam excluidos por nao entenderem o que se passa ao seu redor quando uma alusão é feita. Digo isso, pois, covivo com uma “criança” de 12 anos e quando na televisão, principal meio de comunicação em massa atualmente, faz referencia a Stars Wars, como por exemplo no filme Toy Store 2, onde o inimigo numero 1 de Buzz diz a famosa frase “eu sou seu pai”, ela nao entende o real significado dessas palavras. Assim como outro dia encontrei na coleção de gibs da “Turma da Mônica Jovem” da mesma criança, uma alusão ao senhor dos aneis “meu precioso” e uma personagem com feiçoes parecidas com o a personagem de senhor dos aneis, isso numa revista destinada à crianças e adolescentes ate seus 13 anos e que nao viveram a epoca das estreias da trilogia.

    Aos que criticam a serie Harry Potter e/ou se revoltam ao ser comparada com antigos classico e/ou defendem seus classicos preferidos justificando o motivo e a epoca de sua criação e/ou acusam a leitora de HP de ter tido um surto e criado esse louco mundo de magia em uma viagem de trem e nao dar valor ao conteudo da historia, parem um pouco e pensem no mundo em que vivemos hoje, um mundo onde ninguem mais acredita nos contos de fadas, que os mesmos estão sendo questionados e reescretos em livros e filmes como The Beastly, A garota da capa vermelha, entre outros… uma historia cheia de feitiços, seres sobrenaturais e magia fez um sucesso que nem a autora sonharia. O livro foi rejeitado por diversas editoras antes de ser publicado. Muitos nao acreditavam no poder da esperança de um mundo melhor.

    Antes de criticar, procurem, nao apenas no wikpedia, que é muito util as vezes mas que nao é suficiente. Existem infinitos sites sobre o assunto, que relatam desde o motivo que levou Rowling, escritora da serie, a escrever os livros, e as influencias que levaram-na a criar um mundo paralelo e personagens tao complexos, à discursoes e descrições detalhadas sobre livros e filmes. Uma geração inteira foi influenciada por Harry Potter, conheço pessoas que cresceram junto com a evolução dos filmes, que hoje têm 18, 19, 20 anos e pararam de assistir o filme nas primeiras peliculas por medo do terrivel Voldemort. E sim como diz Alvaro acima, Voldemort chega a ser mais terrivel que Darth Vader. O ultimo pelo que consta no ultimo filme lançado teve como motivo inicial para se aproximar do “lado negro da força” o amor. Já Voldemort nunca amou ninguem, nunca confiou em ninguem so em si propio, era um orfao rejeitado pelo pai “trouxa”, quem nao é bruxo, e por quem a mae bruxa nao fez questao de viver, deixou-se levar pela morte apos o abandono do marido que casou-se enfeitiçado pela porção do amor.

    Para os que não compreendem a grandiosidade e a importancia da historia na vida das pessoas leiam esse texto de uma fanatica pela serie que salvou a sua vida de um jeito ou de outro. As paginas levavam conforto a sua mente atormentada pelos medos e inseguranças derivadas do bulling sofrido durante o colegio http://potterish.com/2011/07/lembrol-faltam-4-dias-para-reliquias-da-morte-parte-2/

    Então antes de criticarem e desleixarem sobre essa serie que virou frebre entre os jovens no mundo todos,cheguem mais perto e vejam a real influencia desse novo mundo nas vidas desse jovens.Uma influencia que nem a autora nos mais altos sonhos teria imaginado.

    Desculpem me alongar tanto mas queria tentar explicar um pouquinho desse universo magico e tao diferente da nossa realidade.

  48. Aos que se revoltam com o fato de serem acusados de alienados por nao terem acompanhado series classica como Star Wars e Os Trapalhoes creio que não se sintam excluidos por nao entenderem o que se passa ao seu redor quando uma alusão é feita. Digo isso, pois, covivo com uma “criança” de 12 anos e quando na televisão, principal meio de comunicação em massa atualmente, faz referencia a Stars Wars, como por exemplo no filme Toy Store 2, onde o inimigo numero 1 de Buzz diz a famosa frase “eu sou seu pai”, ela nao entende o real significado dessas palavras. Assim como outro dia encontrei na coleção de gibs da “Turma da Mônica Jovem” da mesma criança, uma alusão ao senhor dos aneis “meu precioso” e uma personagem com feiçoes parecidas com o a personagem de senhor dos aneis, isso numa revista destinada à crianças e adolescentes ate seus 13 anos e que nao viveram a epoca das estreias da trilogia.

    Aos que criticam a serie Harry Potter e/ou se revoltam ao ser comparada com antigos classico e/ou defendem seus classicos preferidos justificando o motivo e a epoca de sua criação e/ou acusam a leitora de HP de ter tido um surto e criado esse louco mundo de magia em uma viagem de trem e nao dar valor ao conteudo da historia, parem um pouco e pensem no mundo em que vivemos hoje, um mundo onde ninguem mais acredita nos contos de fadas, que os mesmos estão sendo questionados e reescretos em livros e filmes como The Beastly, A garota da capa vermelha, entre outros… uma historia cheia de feitiços, seres sobrenaturais e magia fez um sucesso que nem a autora sonharia. O livro foi rejeitado por diversas editoras antes de ser publicado. Muitos nao acreditavam no poder da esperança de um mundo melhor.

    Antes de criticar, procurem, nao apenas no wikpedia, que é muito util as vezes mas que nao é suficiente. Existem infinitos sites sobre o assunto, que relatam desde o motivo que levou Rowling, escritora da serie, a escrever os livros, e as influencias que levaram-na a criar um mundo paralelo e personagens tao complexos, à discursoes e descrições detalhadas sobre livros e filmes. Uma geração inteira foi influenciada por Harry Potter, conheço pessoas que cresceram junto com a evolução dos filmes, que hoje têm 18, 19, 20 anos e pararam de assistir o filme nas primeiras peliculas por medo do terrivel Voldemort. E sim como diz Alvaro acima, Voldemort chega a ser mais terrivel que Darth Vader. O ultimo pelo que consta no ultimo filme lançado teve como motivo inicial para se aproximar do “lado negro da força” o amor. Já Voldemort nunca amou ninguem, nunca confiou em ninguem so em si propio, era um orfao rejeitado pelo pai “trouxa”, quem nao é bruxo, e por quem a mae bruxa nao fez questao de viver, deixou-se levar pela morte apos o abandono do marido que casou-se enfeitiçado pela porção do amor.

    Para os que não compreendem a grandiosidade e a importancia da historia na vida das pessoas leiam esse texto de uma fanatica pela serie que salvou a sua vida de um jeito ou de outro. As paginas levavam conforto a sua mente atormentada pelos medos e inseguranças derivadas do bulling sofrido durante o colegio http://potterish.com/2011/07/lembrol-faltam-4-dias-para-reliquias-da-morte-parte-2/

    Então antes de criticarem e desleixarem sobre essa serie que virou frebre entre os jovens no mundo todos,cheguem mais perto e vejam a real influencia desse novo mundo nas vidas desse jovens.Uma influencia que nem a autora nos mais altos sonhos teria imaginado.

    Desculpem me alongar tanto mas queria tentar explicar um pouquinho desse universo magico e tao diferente da nossa realidade.

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