Máscara Noturna

O rapaz bem vestido aí de cima é o Máscara Noturna, um dos personagens do Novo Universo Marvel que a editora tentou, sem sucesso, emplacar entre 1986 e 1989. O Máscara Noturna conseguia entrar no sonho de outras pessoas e interagir com elas por ali. Como todos os personagens do Novo Universo (que chegou a ser publicado no Brasil em duas revistas próprias e era beeeem bacana), as histórias do Máscara Noturna traziam contextos um pouco fora dos padrões da época nos quadrinhos.

Por exemplo, na sua vida civil, o Máscara Noturna era Keith Remsem, um psicoterapeuta que usava o poder de entrar nos sonhos pra resolver os problemas dos seus pacientes. Que, claro, no inconsciente eram cabeludíssimos. A habilidade de navegar em sonhos também ajudou Keith a combater o assassino dos seus pais, que trabalhavam na área de psiquiatria e estudo dos sonhos. Como o cenário desses embates era onírico, as páginas vertiam imagens psicodélico-bagaceiras.

Enfim, esse post é só pra engordar a já obesa lista de referências que o Matias tá levantando no Trabalho Sujo pra contextualizar o Inception/A Origem no mundo pop.

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3 pensamentos sobre “Máscara Noturna

  1. eu lembro vagamente desses heróis. havia um que tinha um pentagrama marcado no corpo, o qual lhe concedia uns poderes, não lembro quais. Ele podia mover a marca para diferentes partes do corpo a fim de escondê-la. Não lembro é o nome do personagem.

    • O personagem que o Manoel se lembrou chama-se ESTIGMA, A MARCA DA ESTRELA. Apesar de ser uma estrela, não era bem um pentagrama, mas realmente era possível transferir a marca para qq lugar do corpo.
      Ela dava superpoderes, mas só se o dono realmente acreditasse nisso.

      Esse novo universo contava com oito linhas de hq. Aqui a Abril dividiu em duas revistas, e sempre com três historias. Força Psi era uma (onde as historias do grupo do titulo eram acompanhadas de Trovão, Mascara Noturna e Estigma, que se revezavam). A outra revista era Justice (que vinha com Merc, PN7 e Torpedos, que tb revezavam suas historias).

      A Abril cancelou as duas revistas depois de 1 ano (12 edições), o que significa que faltaram mais 2 anos, que saíram lá fora. A única linha que foi publicada até o final foi justamente a do Estigma, que foi até o fim em Superaventuras Marvel, mas já sem a mesma qualidade.

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