Explicando o Facebook

O comercial do Facebook pra comemorar/comunicar a marca de 1 bilhão de usuários vem recebendo críticas e caras de ponto de interrogação (além de uma dúzia de paródias). Eu, particularmente, não gosto desse comercial. Como é comum às manifestações da marca, ele é pretensioso. Mas, o que poucos ressaltam, é que dentro do contexto dos caras, esse comercial é necessário e a ideia vai direto ao ponto.

Na verdade, essa fórmula vem sendo usada pela Apple e pelo Google nos seus comerciais – como seus produtos são novos (uma nova categoria, diria David Aacker), precisam se explicar, se categorizar. Em outras palavras, precisam dizer às pessoas onde colocar dentro de suas classificações mentais, com o que comparar. Isso é típico de um produto novo – e o Facebook é um produto relativamente novo, ainda estamos vendo onde acomodá-lo no nosso cotidiano. Não é por acaso que escolheram um artigo ordinário (a cadeira) pra tentar costurar essa classificação.

A fórmula também tem uma outra constante. Enquanto o texto explica, a imagem busca emocionar, cobrindo um vasto espectro de associações visuais. Pessoas de diferentes locais e raças, imagens do dia-a-dia e grandes eventos, alguns planos diferentinhos pra tentar dar um ar alternativo e AQUELA trilha meio cinema indie. Repetindo a abertura do parágrafo: é uma fórmula. Já foi indie. Hoje é mainstream. Entrou na onda Filtro Solar, comentada no último post.

É isso aí, Facebook… tem que batalhar espaço adequado na mente das pessoas… não é fácil…

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